Não corrompam nossas crianças através da “Ideologia de Gênero”

16 Outubro, 2017

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Em 2015, da noite para o dia o Brasil acordou envolto em uma batalha dita cultural. Em junho daquele ano, de modo sorrateiro, o governo federal tentou implantar em todas as escolas públicas de ensino fundamental a mais terrível e sinistra arma para destruir a educação moral e psicológica das crianças, e com ela a própria família: a Ideologia de Gênero.

Como ele havia fracassado em fazê-la passar na Câmara dos Deputados, procurou então forçar cada município brasileiro a aprová-la em curto prazo, embutida nos Planos de Educação para os próximos 10 anos. E o teria conseguido se não fosse a luta árdua e inteligente de instituições, grupos e pais, que se dirigiram às câmaras municipais de suas cidades e obtiveram que os vereadores a rejeitassem.

O modo de inserção dessa ideologia contrária à natureza humana variava de município para município e vinha incubada na aparência de combate a preconceitos nos ambientes escolares. Os textos legislativos propunham desde medidas disciplinares até banheiros unissex, obrigação de chamar o aluno pelo “nome social”, aulas e palestras contra os “estereótipos sexuais” etc.

Felizmente, além do Congresso Nacional a ter reprovado, mais de 90% dos municípios brasileiros a rechaçou em sessões que contaram com a participação de centenas de famílias em protesto. Países irmãos, como o Peru e o Paraguai, também a rejeitaram.

Mas agora o MEC voltou a recolocar a Ideologia de Gênero como parte obrigatória do currículo nacional na Base Nacional Comum Curricular que será aprovada pelo Conselho Nacional de Educação em novembro deste ano de 2017, e será obrigatória para todo o Brasil, inclusive para a rede particular.

Nas quatro audiências públicas já realizadas este ano sobre a Base em Manaus, Recife, Florianópolis e São Paulo, vários representantes do povo se manifestaram contrários à inclusão do Gênero na Base, mas o MEC está fazendo ouvido surdos a estas manifestações.

É por isto que a Ação Jovem do IPCO está lançando uma campanha nacional de abaixo-assinados que serão enviados para o Presidente Michel Temer pedindo a exclusão desse horror do BNCC.

Ação Jovem IPCO

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Thais • 3 meses atrás

Nossos filho não serão influenciados á pedofilia, zoofilia e disforia de gênero. Á ideologia de gênero da Judith Butler diz que todos devemos experimentar diferentes gêneros sem se apegar á nenhum e quer normatizar as parafilias do código de doenças da pscicologia! Nossos filhos não podem ter seu pscicológico abusado e doutrinado por que estão cativos na sala de aula! Basta!


Edna I. M. Mendes • 3 meses atrás

Nós os pais, que temos que cuidar do bem estar das nossas crianças, tanto física, como psicológica e emocionalmente; nós que temos que opinar sobre a educação dos nossos filhos e não aqueles que querem destruir as nossas famílias , e quando crescerem, se tornarem adultos independentes, quiserem levar uma vida diferente da que ensinamos, orientamos, já fica sendo uma escolha deles, mas sem a pressão psicológica que querem exercer neles quando crianças.


Maria de Fátima Verdial • 3 meses atrás

Protejam nossas crianças!


Ester Lemes • 3 meses atrás

Proteção às nossas crianças da ideologia de gênero.


Ester Lemes • 3 meses atrás

Proteja nossas crianças da ide


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