Basta de blasfêmias!

03 Outubro, 2017

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A peça “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu” exibida em várias unidades do SESC e patrocinada por órgãos como Itaú Cultural e Instituto Tomie Ohtake, é blasfema, sacrílega, irreverente e fere profundamente os sentimentos e convicções religiosas dos católicos e cristãos em geral, os quais constituem a esmagadora maioria da população brasileira.

É uma farsa que traz uma falsa narração da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo e apresenta nosso Salvador como sendo uma “mulher transexual” que endossa e incentiva esta condição.

A peça tem o claro intuito de destruir a respeitabilidade devida a Nosso Senhor Jesus Cristo, nosso Deus. E utiliza Sua Sagrada Figura para promover práticas e condutas imorais condenadas pela Divina Lei.

Essa apresentação faz parte do projeto “Transver – Olhares artísticos sobre a cultura LGBT”organizado e patrocinado pelo SESC.

Segundo declaram seus próprios organizadores, “apresenta um conjunto de ações artísticas que pretendem ampliar a perspectiva sobre a questão da diversidade sexual e das identidades de gênero.

É a famigerada “Ideologia de Gênero” que, apesar de seu caráter puramente teórico e da total falta de comprovação científica que a justifique, vem sendo imposta no mundo inteiro.

Provam-no fatos recentes acontecidos em vários países, em que pais e mães foram presos ou separados de seus filhos pela absurda acusação de inculcar “excesso de religião” na educação dos filhos, ou por não concordarem com a participação deles em aulas de educação sexual onde se ensina às suas crianças a perversa “Ideologia de Gênero”.

PROTESTE contra essa exibição infame! E proteste com veemência!

 “Não vos enganeis: de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isso mesmo colherá” (Gálatas 6, 7).

Desde seu lançamento a peça enfrentou diversos protestos e sua exibição foi proibida em Jundiaí por uma liminar expedida pelo Meritíssimo Juiz Dr. Luiz Antonio de Campos Júnior, da 1ª Vara Cível de Jundiaí, o qual argumentou:

“De fato, não se olvide da crença religiosa em nosso Estado, que tem JESUS CRISTO como o filho de DEUS, e em se permitindo uma peça em que este HOMEM SAGRADO seja encenado como um travesti, a toda evidência, caracteriza-se ofensa a um sem número de pessoas”.

É, aliás, o que diz o artigo 208 de nosso Código Penal, qualificando como crime sujeito a prisão:

Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso.

De forma ordeira e legal, jamais poderíamos permitir tal ofensa a Nosso Senhor Jesus Cristo como faz a exibição dessa peça sacrílega que zomba de nossa Fé.

Preencha o formulário ao lado e assine a petição que será entregue aos responsáveis pelo patrocínio dessa peça. 

Ação Jovem IPCO

O aborto provocado — qualquer que seja o pretexto para perpetrá-lo — acarreta a morte cruel e injusta de um ser humano inocente, e por isso constitui grave violação da Lei de Deus.

O aborto direto, quer dizer, querido como um fim ou como um meio, é gravemente contrário à lei moral:

Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém-nascido

Deus, senhor da vida, confiou aos homens o nobre encargo de preservar a vida, para ser exercido de maneira condigna ao homem. Por isso a vida deve ser protegida com o máximo cuidado desde a concepção. O aborto e o infanticídio são crimes nefandos.

Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil e Diretor do IPCO, em seu discurso de encerramento da Marcha pela Vida Brasil ocorrida em 30/09/2018, lembrou que o aborto, acima de tudo, é uma grave ofensa a Deus Nosso Senhor. A indignação por esta grave violação dos Direitos de Deus deve ser o principal motivo pelo qual devemos rejeitar o aborto!

Por isso, preencha o formulário ao lado, assine e compartilhe essa petição e vamos fazer algo para barrar essa "vanguarda da morte"!

Sobre o abaixo-assindo:

— Tendo em vista as inúmeras tentativas de ampliar a já inaceitável prática do aborto no Brasil, através de decisões judiciais ou de projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional;

— Tendo em vista a recente tentativa de descriminalizar o aborto até a 12º semana de gestação através da absurda ADPF 442 em julgamento no STF;

— Tendo em vista que o aborto provocado — qualquer que seja o pretexto para perpetrá-lo — acarreta a morte cruel e injusta de um ser humano inocente, e por isso constitui grave violação da Lei de Deus;

— Tendo em vista que a prática do aborto é rejeitada pela imensa maioria de nossa população:

Nós, abaixo assinados, solicitamos aos Congressistas que seja aprovada uma emenda constitucional que proteja eficazmente a vida dos entes humanos em fase de desenvolvimento no ventre materno.

A legislação atual não é satisfatória, porque reconhece que o aborto é um crime, mas não o pune em duas situações específicas. Pior ainda seria permitir, por via legislativa ou judiciária, a ampliação desse delito. Lamentavelmente, já há várias iniciativas para descriminalizar o aborto, por qualquer motivo, até os três meses de gestação. Há vozes ainda mais radicais, que defendem a completa liberalização do aborto até os nove meses de gestação!

Para evitar mais esse passo rumo ao aborto livre, exigimos que o direito à vida seja efetivamente protegido, sem que se permita a ampliação do aborto no Brasil.

Senhores Congressistas, nascer é um direito inalienável e precisa ser defendido em nossa Constituição de forma clara, para que o direito à vida não se torne puramente virtual e para que a proteção dos fracos e dos indefesos seja realmente uma das estrelas de nosso firmamento, no qual o Cruzeiro do Sul é símbolo eloquente da bênção do Cristo Redentor sobre nossa Pátria.

Não rejeitemos essa bênção com a ampliação da lei do aborto!

Por isso, preencha o formulário ao lado, assine e compartilhe essa petição e vamos fazer algo para barrar essa "vanguarda da morte"!

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